Mon Chinois

{não leva nem cinco minutos}




Criado pelo francês Cédric Villain, o curta “Mon Chinois” (Meu Chinês) foi eleito o melhor curta-metragem pelo júri popular no Anima Mundi 2009, tanto pelo público do Rio de Janeiro como de São Paulo.

--- O que parece uma brincadeira bem-humorada com os costumes da população da China, é na verdade é uma reflexão sobre um país criativo, trabalhador e culturalmente rico, capaz de inventar e crescer, ao mesmo tempo que explora trabalho infantil e corrompe os direitos mais básicos do ser humano. 

Happy birthday, Patty!

{don’t eat the marshmallow ... yet}

Recomendo

{Amor e obsessão}


fonte: http://www.overmundo.com.br/

Amor e obsessão são sentimentos que nem sempre possuem uma fronteira bem definida. Quando eles se envolvem em um triângulo amoroso, o resultado costuma ser devastador. Em ‘Inverno da Luz Vermelha’, o americano Adam Rapp construiu um delicado estudo sobre o tema, ao retratar as consequências que uma noite em comum pode trazer à vida de três pessoas. 


Indicado ao Prêmio Pulitzer em 2006 com cenário de Daniela Thomas, figurino de Cassio Brasil,Ilmuninação de Maneco Quinderé, com os atores André Frateschi, Marjorie Estiano e Rafael Primot. 


De 26 de novembro a 19 de dezembro Horário: Quinta a sábado, às 21h | Domingo, às 20h Local: Teatro I | SCES, Trecho 2, lote 22 Bilheteria/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (61) 3310-7087 Ingressos: R$ 15 (inteira) | R$ 7,50 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos) Classificação indicativa: 16 anos Duração: 110 min

Oscar 2011: Toy Story

{melhor filme? e porque não}


Happy Thanksgiving

{An optimist is a person who starts a new diet on Thanksgiving Day. ~Irv Kupcinet} 


Mãe, vc vai colocar no blog?

{if wish upon a star}




Segunda-feira no fim do expediente caiu uma tempestade bem brasiliense: forte por alguns minutos,  que passa rapidinho, mas que deixa um rastro de destruição e caos. Caos no trânsito para o meu desespero. Sempre passo na casa da avô da Giovanna para pega-la e a volta nesse dia foi demorada. Para quem me conhece e sabe da minha canhotice, o sangue ferve. Mas desta vez o grilo falante me saiu com essa:

- Mãe tem que chamar o IBAMA.
- Você não quer dizer o DETRAN, Gigi?
- Detran não vai resolver, a rua está cheia de animais.

Mesmo depois de uma hora e meia no trânsito, voltei rindo pra casa.

One to savour

{when are you coming, chéri?}

We don't have to like each other. We just have to get married. 

Que saudade dos filmes água com açucar dos anos 80/90. Green Card - Passaporte para o amor (1990) é um filme gostosinho que não resisti e comprei na minhas idas  à Livraria Leitura. Dica: Sempre tem um filme baratinho.

Acho que foi um filme que não assisti no cinema, mas que virou rapidinho um clássico no VHS. Gosto da atuação da Andie e Depardieu - que levou o Globo de Ouro de melhor ator.

Além de um trilha sonora frondosa com Enya, Mozart, Beach Boys e Hans Zimmer - dez antes Titanic, as partipações coadjuvantes são como os tomatinhos já maduros, que Georges planta em cima das plantas da Bronte: nice to the eyes. O título em português ganhou o subtítulo de doer, como sempre, mas quem ganha mesmo é o titulo em Portugal: Casamento por conveniência. Perfeito! O DVD para quem quiser esta às ordens.

P.S: Tenho uma confissão a fazer, só agora percebi a dualidade do titulo em inglês: GREEN CARD - para ele a possibilidade de ficar no EUA e para ela a estufa. Sei que certas coisas é melhor não contar, mas não poderia deixar passar essa! :)

--- Cena preferida, mas cuidado ... é no fim. :)


Estraga prazer chegando ...

Wish list #1

{querido papai noel ...}

Um pouco de fome ...

{esperando por ...}
Foto:???
"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença.

Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda.

Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida"

--- Clarice Lispector


Ando com saudade de um tempo em que me reconhecia como eu. Um tempo em que  me olhava no espelho e sabia quem estava lá, refletida. Caso encontre essa pessoa por aí, avisa que sinto muito sua falta.
--- eu

Hospital da Gente

{o moço da servido? A moça?}

Na verdade fui comprar ingressos para o Jogo de Cena, mas estava uma semana adiantada. Fazer o quê? Voltar pra casa com a barriga vazia de cultura? Claro que não! Vamos procurar o que fazer. Tinha ainda ingressos para a peça Hospital da Gente, nem olhei a sinopse, vai na sorte mesmo. Baratinho até teatro experimental na testa vai. Tenho que dizer que fiquei com medo de entrar em um programa de índio e para não ficar sozinha chamei a Vivis. Foi a feliz surpresa do sábado! O palco ficou às avessas. O público foi levado para coxia do teatro, que agora era uma favela. Incrivel! Um grupo de atrizes que contam a estória triste e alegre de morar em uma favela. Elas cantam, elas choram, elas vivem. E tudo vivenciado de perto pelo público (eu e Vivis). Em certo momento todos da plateía são convidados a conhecer mais a favela e entramos mais a fundo no cenário ou seria a favela. Somos espremidos em um quartinho e sua proprietária nos serve café. Fascinante!  E que força das atrizes, que provavelmente nunca iremos ver na TV, mas que tem talento e muito mais. Que surpresa! E a minha barriga ficou cheia de cultura e dormi que nem uma criança!

Conheça mais: http://www.espacoclario.blogspot.com/
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